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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

NON POSSUMUS: os "mornos" da FSSPX acordaram?

CINDERELA DESPERTOU? 


Após ter despertado do "boa noite, Cinderela" que a Roma modernista lhe aplicou, Mons. Fellay fará o que é dever de justiça? A conversa de Pinóquio de Pe. Schmidberger.

OS “MORNOS” DA FRATERNIDADE SÃO PIO X ACORDARAM DO SONO MODERNISTA EM QUE TROPEÇARAM?...


Parece que os “mornos” e traidores acordistas da obra de Mons. Lefebvre perceberam que no Vaticano, por seus corruptos expoentes, não dá para confiar; portanto, um acordo com eles seria impossível. Agora, se houve esse suposto arrependimento, resta a reparação pelos danos provocados:

1º a total reabilitação de Mons. Williamson e de todos aqueles sacerdotes perseguidos porque denunciavam o que esses “mornos” estavam fazendo com a gangue vaticana.

2° As demissões imediatas de qualquer carg,o na Fraternidade São Pio X, ocupados por esses personagens acordistas, pelos danos causados.

3° o afastamento do advogado Sionista Krah, que administra os fundos da Fraternidade São Pio X junto com Fellay, que, naturalmente, terá que colocar à disposição o seu mandato.

4º Pedidos públicos de desculpas aos fiéis enganados sobre o conteúdo dos perniciosos contatos com os assassinos da Fé vaticanos.

5° A imediata supressão do G.R.E.C., que é o mistifório de alguns Sacerdotes da Fraternidade com outros sacerdotes modernistas da falsa Igreja Conciliar.

Foram advertidos pelo Mons. Lefebvre, mas não se importaram e conduziram os colóquios com os assassinos da fé de maneira imprópria e em uma traição total aos ensinamentos de Monsenhor:

"É preciso resistir, absolutamente resistir, resistir a todo custo. E agora chegou àquilo que, sem dúvida, vos interessa; mas eu digo: Roma perdeu a fé, queridos amigos. Roma está na apostasia. Eu não estou falando palavras vazias! Essa é a verdade! Roma está na apostasia! Não podemos mais ter confiança nessas pessoas. Eles abandonaram a Igreja! Eles abandonaram a Igreja! É certo, certo. Eu o resumi ao Cardeal Ratzinger, em poucas palavras, porque é difícil resumir toda esta situação; mas eu lhe disse: "Eminência, mesmo se Vós nos concedeis um Bispo, mesmo se nos concedeis certa autonomia em relação aos Bispos, mesmo se nos outorgasse toda a liturgia vigente até 1962 e nos permitisse continuar a obra dos seminários da Fraternidade tal como o fazemos atualmente, nós não poderíamos colaborar conVosco; é impossível, impossível, porque nós trabalhamos em duas direções diametralmente opostas: Vós trabalhais em prol da descristianização da sociedade, da pessoa humana e da Igreja, enquanto nossos esforços estão dirigidos para a cristianização. Não podemos, portanto, nos entender”[1].[grifo nosso].

Em última análise, se pretendem que as pessoas voltem a confiar neles, que eles cumpram pelo menos estes cinco pontos, e, então, sua suposta iluminação sobre o atual estado do Vaticano, ocupado por impostores modernistas, será real e digna de confiança.


Publicamos este artigo colhido no La Croix, onde o primeiro sucessor de Mons. Lefebvre no comando da Fraternidade São Pio X esclarece como o problema essencial que nos separa das autoridades eclesiásticas atuais seja a ruptura doutrinal do CVII com o Magistério Tradicional da Igreja.

Lefebvre!
A influenza do Vaticano
[Lefebvre, A febre]


Segundo o Padre Franz Schmidberger, que foi Superior Geral da Fraternidade São Pio X de 1984 a 1994, a FSSPX caminha em direção a uma admissão do fracasso das negociações com o Vaticano. Para o atual superior do distrito da Alemanha dos lefebvrianos, que falou (em alemão) em um vídeo publicado no site dos tradicionalistas no dia 19 de setembro, o fracasso das negociações é culpa de Roma.

Em 13 de junho passado, durante um encontro com o cardeal William Levada, que então ainda era o prefeito da Congregação ainda para a Doutrina da Fé, Dom Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade, recebeu uma declaração que coloca a FSSPX diante de um problema.

De um lado, exige a aceitação da nova liturgia, do outro lado, o reconhecimento fundamental do Concílio Vaticano II, como inscrito na linha ininterrupta dos Concílios e dos ensinamentos da Igreja Católica. "Coisa que realmente não cabe", pensa Don Schmidberger.

Os "erros do Conselho" devem ser condenados.

"Há uma ruptura que não pode ser negada", prossegue o superior do distrito. "A suposta hermenêutica da continuidade é falsa. O conceito teológico que quer que o Vaticano II se inscreva na linha da Tradição católica provém do velho teólogo do Concílio Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI. Para que se possa chegar a uma união, Roma deveria renunciar a esta reivindicação", acredita Dom Schmidberger.

O superior da Alemanha explica que, após a entrega deste documento, a Fraternidade imediatamente se dirigiu ao Papa para perguntar se estas novas exigências vieram dele. E Bento XVI confirmou. Dom Schmidberger vê isso como uma "súbita inversão dos fatos".

O Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, que se reuniu no mês de julho, em Ecône (Suíça), foram concordes acerda  dos três pontos que devem ser exigidos de Roma, observa Don Schmidberger. Os "erros do Concílio" devem ser condenados. A FSSPX deve ser autorizada a usar exclusivamente os livros litúrgicos de 1962. E, finalmente, deve ter um bispo proveniente de suas fileiras.

Dom Schmidberger continua com uma crítica violenta dirigida ao novo prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Mons. Gerhard Ludwig Müller, velho bispo de Ratisbona. Conclui, condenando o ecumenismo e a Igreja Protestante.

Questionado sobre a eventualidade de uma nova excomunhão após o fracasso das negociações, Dom Schmidberger responde que não acredita nisso e que isso seria um "grande desastre para a Igreja". Segundo ele, desacreditaria e desmoralizaria todas as forças que, dentro da Igreja, trabalham para a sua reconstrução.

Quanto à utilidade das negociações conduzidas desde 2009 com Roma, o superior do distrito da Alemanha sublinha a sua importância. A situação da Fraternidade corresponde a um tempo de crise, mas, admite, não é normal. "Devemos nos esforçar para a normalização, mas se isso não vai a bom termo, não é culpa nossa. Estamos em um estado de necessidade, se quisermos preservar a antiga liturgia, os antigos ensinamentos, a antiga disciplina como um todo e continuar a levar uma vida verdadeiramente católica". Além disso, para Dom Schmidberger, estas negociações também permitiram evidenciar algumas fraquezas dentro da FSSPX e iniciar um processo de esclarecimento[2].

Fim do discurso de "Pinóquio" de Padre Schmidberger...

Fonte: Non Possumus
Tradução: Giulia d’Amore di Ugento

[1] Retiro sacerdotal dado em Ecône, 01/09/1987. Fideliter 66, 1988.
[2] Leia-se: expulsão dos que se opõe aos acordos que, no fim, se mostraram nocivos, como defendido, há tempos, pela Resistência.

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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