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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fé, Esperança e Caridade


A Fé diz: grandes e inenarráveis dons são preparados pelo Senhor a seus fieis.
A Esperança diz: eles estão reservados para mim.
A Caridade diz: eu corro (para pegá-los).


(S. Bernardo)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Há duas famílias!

Qual destas duas famílias é livre?

qual é escrava?


Bem, a primeira é livre, exerce plenamente o direito de escolher o que fazer, quantos filhos vai ter, o que vestir, o que assistir na TV, qual religião professar. Busca a felicidade a qualquer preço. Foge da dor e do sofrimento. Abomina o envelhecimento natural e persegue a juventude eterna. É a favor da eutanásia e do aborto: não para si, claro, mas como solução de saúde pública para "resolver problemas" a posteriori. Casa e separa com naturalidade; e cada vez mais escolhe não casar, porque é mais prático, mais barato e, afinal, um papel não significa nada, não obriga ninguém. Diz que ninguém é de ninguém, afinal o que importa é ser feliz, e "se eu não sou feliz, minha família não é feliz"... camuflando, com uma pretensiosa generosidade, um egoísmo sem fim: eu em primeiro lugar! Rejeita a autoridade, qualquer uma, afinal é autossuficiente e se autodetermina: sou adulto! Dispensa os conselhos dos sacerdotes, mas prontamente atende ao guru da moda ou ao horóscopo publicado em um jornal. Ou copia, tim tim por tim tim, a vida desregrada e sem sentido de alguma celebridade: isto, sim, é a verdade! Não presta o devido culto de adoração a Deus, porque domingo é dia de descanso! Afinal trabalhou a semana toda e merece curtir com os amigos, assistir ao futebol, ou simplesmente dormir o dia inteiro, largado em um sofá.  Já basta o patrão ter enchido a paciência a semana toda, não vai ouvir sermão de padre no domingo e corrigir sua vida!!! Não pensa no entardecer da vida, quando tiver que partir desta terra e receber a justa recompensa ou condenação, porque acomodou seu pensamento em acreditar que o inferno não existe e que todos vão se salvar, porque Deus é bonzinho! Para esta família o inferno é aqui na terra mesmo, e depois será só alegria e curtição. Bem, de repente nem tem um depois e para que se preocupar então em ser "certinho"? Ninguém voltou para contar como é! Esta família pode ser próspera ou não, caridosa ou não, educada ou não, mas é vazia e cega. Expulsou Nosso Senhor e Salvador de sua vida e já nem olha mais para Ele com peso na consciência, porque a culpa é coisa da Igreja para dominar as pessoas. Criou outro deus, à sua imagem e semelhança que tudo permite e tudo aceita, inclusive um culto ofensivo em Seus altares sagrados. Não há limites para os sacrilégios e as profanações. Porque o que conta mesmo é ser feliz. Mesmo que seja uma felicidade barata, efêmera e profundamente dolorosa na ressaca. Mesmo que se perca a dignidade e se chafurde na lama, com um sorriso na cara para demonstrar satisfação e independência. Afinal... todo mundo faz o mesmo! Todos se vestem assim! Todos falam assim! Todos assistem a tal filme indecente e corruptor da moral! Todos se divorciam, porque quando não dá certo é melhor assim... pelos filhos, sabe? A liberdade é um direito inalienável do ser humano, como a felicidade e a autodeterminação. Bem, se precisar, no fim de minha vida – porque vou viver muito e só vou morrer quando eu quiser – me emendo, se for o caso; qualquer coisa, eu convenço Deus que sou um cara legal, porque, afinal, não matei ninguém, não roubei ninguém...

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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